sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Destino...

Tudo é tão branco e sem razão  não é um quarto, é uma prisão e eu estou aqui tentando sair em vão e nem que eu tente acordar não há como me concentrar pois o que passou marcou demais meu coração e nada poderá mudar, o meu destino que é vagar pelo meu quarto vendo o teu semblante...
Tudo que eu não quero lembrar, memórias custam a apagar, daria tudo pra ser como antes...
Pra mim... E quando eu tento apagar da minha mente o que vivi não resta nada pra me tornar feliz e aí eu tento aceitar que assim vai ser melhor pra mim mas não dá para acreditar... Não dá...
E se algum dia eu me livrar eu não irei comemorar pois estaria atestando a desistência mas eu não posso aguentar ficar aqui nesse lugar ouvindo a voz da consciência que me diz... Que nada poderá mudar o meu destino...

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